5 de set de 2013

Literatura infantil auxilia professores em sala de aula


      Segundo especialista, a obra literária pode ser utilizada 
como complemento para atividades na escola, 
junto ao livro didático

                                                                                                                                   03 de Setembro de 2013

O livro didático dá suporte, tanto para o professor, como para o aluno, no ensino das matérias básicas em sala de aula. No entanto, outro tipo de obra entra em cena para proporcionar um maior aproveitamento em sala de aula: o livro literário. Disponibilizado juntamente com o material didático, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento e Educação (Fnde), estas obras indicam formas diferentes de como o processo de aprendizagem pode ocorrer, devido à estruturação didático-metodológica e pelas atividades propostas.
Cléo Busatto, escritora e contadora de histórias possui três de suas obras escolhidas pelo programa do governo: Paiquerê, Dorminhoco e Livro dos números bichos e flores. Segundo ela, a presença destes títulos proporciona ao leitor, acordos ficcionais e poéticos, o “andar de mãos dadas” com a fantasia, ampliar as leituras que o aluno pode fazer de si e do outro e possibilitar o contato com o mundo interior. “Para atingir estes objetivos, o livro tem que conter qualidades literárias, como: imagens nítidas e precisas, um texto que amplia o repertório do ouvinte, que permite experimentações com a linguagem e que transmitam mensagens edificantes ao estudante”, destaca Cléo.
Métodos utilizados
Para a escritora, as escolas precisam assumir a formação do leitor literário como um compromisso institucional, que visa desde a organização de bibliotecas até os equipamentos das salas. “O incentivo à leitura literária é uma tarefa que deve envolver professores, direção, pais e as crianças. É um compromisso a ser assumido por todas as partes, para que se sensibilizem as crianças a serem leitoras”, observa. “Além disso, é interessante que os professores busquem a prática de contar histórias, fazer práticas de leitura diferenciadas, ricas, desafiadoras e instigantes”, complementa Cléo.
Na prática
De acordo com Cléo, por isso, é importante dar acesso aos alunos em feiras de livros, livrarias e bibliotecas, bem como realizar atividades que contenham a história narrada adaptada a outras linguagens, como por exemplo, teatro de fantoches, e lembrando que o livro de gravuras também conta uma história.

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