29 de jul. de 2012
25 de jul. de 2012
De Caso com a Palavra
De Caso
com a Palavra será realizado em 16 municípios do Estado com o intuito de incentivar
a leitura e a literatura
Para dar continuidade às ações de incentivo à
leitura, a Secretaria da Cultura do Paraná (SEEC) lança o programa De Caso com
a Palavra, destinado à atendentes, bibliotecários e mediadores de leitura de
bibliotecas públicas do Estado. Serão realizados cursos em 16 municípios para
que os participantes possam atualizar conhecimentos e transformar o espaço em
que trabalham em um ambiente ainda mais atrativo. As inscrições podem ser
realizadas no site www.cultura.pr.gov.br.
O curso é gratuito e ocorre em Cascavel, Foz
do Iguaçu, Francisco Beltrão, Maringá, Londrina, Jacarezinho, Campo Mourão,
Umuarama, Paranavaí, Ivaiporã, Piraí do Sul, Laranjeiras, Guarapuava, Ponta
Grossa, União da Vitória e Curitiba. Cada participante deve participar do
aperfeiçoamento no município indicado, de acordo com a cidade onde atua. O mapa
indicativo das regiões está disponível no site da SEEC. A escritora, contadora
de histórias e especialista em leitura e literatura, Cléo Busatto criou o projeto e irá
ministrar as aulas.
O projeto De Caso com a Palavra vem colaborar
na formação de mediadores de leitura, visto que as ações desses agentes são fundamentais
para a promoção da leitura e a formação de leitores. Os participantes irão
refletir sobre o texto literário e aprender como a palavra falada pode servir
de elo para interagir com as diversas áreas de conhecimento, além de despertar
o interesse pela leitura.
A formação dos mediadores faz parte do
fortalecimento do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Paraná, cumprindo
uma das metas do Plano Estadual do Livro, Leitura e Literatura (PELLL),
sugerido pela SEEC. “O trabalho visa tornar a biblioteca um espaço acessível e
desejado pela população, além de apresentar o mediador de leitura como um
profissional consciente de seu papel formador e transformador”, explica Cléo
Busatto.
http://www.cultura.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1167
Pedro e o Cruzeiro do Sul
Cruzeiro do Sul! Minha família, o meu Cruzeiro. Meu pai é o norte, meu rumo, meu caminho de ida. Minha mãe o sul, cantinho quente e luminoso. Meu avô, o leste, onde tudo começou, como o sol acordando para iniciar um novo dia. Minha avó, o sossego e aconchego do oeste, como o silêncio do pôr-do-sol .
E eu? Talvez seja uma estrela pequenina, bem no meio do Cruzeiro do Sul. Acho que acabei de inventar outra constelação...
20 de jul. de 2012
Dorminhoco, agora no teatro
"Sabe , dona Lucia, o último sonho que tive me lembrou de uma coisa que a senhora falou outro dia, sobre a força e a coragem, que meu pai vive falando também. Ele costuma dizer: "meu filho, meu filhote de urso!". A senhora sabia que Bernardo quer dizer, forte como um urso? O meu pai diz que a força é uma coisa que mora lá dentro da gente, num lugar ecreto, quente e silencioso. Ela não vem de fora, não! E a gente fica cada vez mais forte quando sabe que elea existe e se torna amigo dela. Acho que estou começando a entender essas coisas."
Essa é uma fala do personagem Bernardo, do livro Dorminhoco (Scipione) que inspirou a Cia Do Abração, de Curitiba, na montagem do espetáculo que estréia dia 28.
16 de jul. de 2012
Era uma vez... e ainda é!
Alguém aí falou em teatro de objetos? Em 2007, Cléo Busatto apresentava esse espetáculo, com recursos do Fundo de Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, que falava dos contos de fadas. Utilizava três bonecas de pano, artesanato de Caruaru, PE, para contar histórias de vilãs,feiticeiras e fadas, heróis e heroínas de outros tempos. O espetáculo seguia a linha da contação de histórias com animação de objetos. Foi bastante criticada pelos profissionais do teatro de bonecos, que não reconheciam e aceitavam essa forma de animar. Nesse ano de 2012, Curitiba recebeu um festival só de teatro de objetos. Ali se usava ferramentas, bonecos de plástico e etc etc etc para contar uma história. Vê como é !
14 de jul. de 2012
Histórias da Cléo, Livraria Navegadores
7 de jul. de 2012
Aquilo que se encontra no caminho
| ABZ do Ziraldo, 2011 |
Encontrar Ziraldo é sempre motivo para muita conversa. O mais divertido da gravação foi antes da gravação. Lembramos do espetáculo que eu dirigi no Rio, em 1991, O Menino Maluquinho, musicado pelo Antonio Pinto. O espetáculo foi um arraso. Uma montagem que mesclava a linguagem do gibi, com teatro negro. Iniciava com a imagem do menino se formando nessa técnica de animação. As crianças deliravam.
Depois rimos muito ao lembrar a montagem de O Menino Quadradinho que realizei em São Paulo, em 1992. Esse espetáculo foi testar limites, tanto de linguagem como de paciência...ufa! Era bárbaro. Os personagens apareciam em todos os cantos do teatro, nas galerias, balcões, descendo por cordas no meio da platéia, surpreendendo a todos que ficavam atentos para ver de onde surgiria outro super-herói.
Ziraldo acompanhou minhas crises durante as montagens, dizia que isso era por conta da minha exigência e me estimulava a ir adiante. Numa dessas vezes me apresentou Seis propostas para o próximo milênio, de Ítalo Calvino, leitura que redefiniu minha criação.
Assinar:
Postagens (Atom)
-
As incríveis aventuras de Cléo Busatto A atriz, contadora de histórias e escritora lança hoje e amanhã, no MON, Formosos Monstros, o seu...
-
Sempre considerei que o novo ano começa, quando a gente aniversaria. Tempo dos fins e dos começos. E isso aconteceu dia 05. Na passagem de 4...
-
Livro selecionado para o PLND 2013 - Obras complementares. Arte minha, da Claudia Ribeiro Mesquita, Graziela Costa Pinto e Flávio Fa...
Arquivo do blog
Marcadores
- amor
- arte
- Brasil
- CD-ROM
- cidade
- conto mínimo
- criança
- Curitiba
- educação
- entrevista
- espetáculo
- florista
- formosos monstros
- gato
- inclusão digital
- internet
- leitor
- livro
- manifesto do contador de histórias
- memória
- mitologia
- mundo
- narração oral de histórias
- oralidade
- performance
- sagrado
- sentido
- sonho
- tempo
- transdisciplinaridade









